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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

O Homem Que Copiava


Um jovem de 20 anos que trabalha na fotocopiadora de uma papelaria se apaixona por sua vizinha, passando a observá-la e buscando meios de se aproximar dela. Dirigido por Jorge Furtado (Houve uma Vez Dois Verões) e com Lázaro Ramos, Leandra Leal, Luana Piovani, Pedro Cardoso e Paulo José no elenco.

Sinopse: André (Lázaro Ramos) é um jovem de 20 anos que trabalha na fotocopiadora da papelaria Gomide, localizada em Porto Alegre. André mora com a mãe e tem uma vida comum, basicamente vivendo de casa para o trabalho e realizando sempre as mesmas atividades. Num dia André se apaixona por Sílvia (Leandra Leal), uma vizinha, a qual passa a observar com os binóculos em seu quarto. Decidido a conhecê-la melhor, André descobre que ela trabalha em uma loja de roupas e, para conseguir uma aproximação, tenta de todas as formas conseguir 38 reais para comprar um suposto presente para sua mãe.

Ficha técnica:
título original: O Homem que Copiava
gênero: Comédia Romântica
duração: 02 hs 03 min
ano de lançamento: 2002
site oficial:
http://www.ohomemquecopiava.com.br
estúdio: Casa de Cinema de Porto Alegre
distribuidora: Columbia Pictures do Brasil
direção: Jorge Furtado
roteiro: Jorge Furtado
produção: Luciana Tomasi e Nota Goulart
fotografia: Alex Sernambi
direção de arte: Fiapo Barth
figurino: Rô Cortinhas
edição: Giba Assis Brasil


Elenco:
Lázaro Ramos (André)
Leandra Leal (Sílvia)
Luana Piovani (Marinês)
Pedro Cardoso (Cardoso)
Paulo José (Paulo)
Júlio Andrade (Feitosa)
Carlos Cunha (Antunes)

Trailer Oficial:

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Meu Tio Matou Um Cara


Meu Tio Matou um Cara é um filme brasileiro de 2004, do gênero comédia, dirigido por Jorge Furtado. O filme é ambientado na cidade de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul. Foi produzido pela Casa de Cinema de Porto Alegre.

Sinopse: Meu Tio Matou um Cara é um filme jovem, uma comédia romântica e policial na qual Duca (Darlan Cunha), de 15 anos, faz de tudo para provar a inocência do tio (Lázaro Ramos), preso ao confessar ter matado um cara. Duca tem certeza de que o tio está assumindo o crime para livrar a namorada, Soraia (Deborah Secco), ex-mulher do morto. E, no meio de toda essa ação, Duca ainda tenta conquistar o coração de Isa (Sophia Reis), uma colega de escola que parece estar mais interessada em seu melhor amigo, Kid (Renan Gioelli). Duca envolve os dois na investigação e no final... bom, aí só vendo o filme.

Ficha técnica:
título original: Meu Tio Matou um Cara
gênero: Comédia
duração: 01 hs 27 min
ano de lançamento: 2005
site oficial: http://meutiomatouumcara.terra.com.br/

estúdio: Natasha Filmes / Casa de Cinema de Porto Alegre
distribuidora: Fox Film do Brasil
direção:
Jorge Furtado
roteiro: Jorge Furtado e Guel Arraes, baseado em livro de Jorge Furtado
produção: Paula Lavigne, Guel Arraes, Nora Goulart e Luciana Tomasi
música: Caetano Veloso e André Moraes
fotografia: Alex Sernambidesenho de produção: -->
direção de arte: Fiapo Barth
figurino: Rosângela Cortinhas
edição: Giba Assis Brasil

Elenco:
Lázaro Ramos .... Éder
Deborah Secco .... Soraya
Darlan Cunha .... Duca
Sophia Reis .... Isa
Renan Gioelli .... Kid
Aílton Graça .... Laert
Dira Paes .... Cléia
Sergio Lulkin .... Advogado Rogerio

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Ó Paí, Ó


Ó Paí, Ó é um filme brasileiro do gênero comédia musical, lançado em 2007, dirigido por Monique Gardenberg e com roteiro baseado em uma peça de Márcio Meirelles. Tem como coordenador de trilha sonora Caetano Veloso. É estrelado, em sua maioria, por atores do Bando de Teatro Olodum, grupo que também encena o texto no teatro. É tambem o episodio piloto da série de TV do mesmo nome.


Sinopse: Em um animado cortiço do centro histórico do Pelourinho, em Salvador, tudo é compartilhado pelos seus moradores, especialmente a paixão pelo Carnaval e a antipatia pela síndica do prédio, Dona Joana (Luciana Souza). Todos tentam encontrar um lugar nos últimos dias do Carnaval, seja trabalhando ou brincando. Incomodada com a farra dos condôminos, Dona Joana decide puni-los, cortando o fornecimento de água do prédio. A falta d'água faz com que o aspirante a cantor Roque (Lázaro Ramos); o motorista de táxi Reginaldo (Érico Brás) e sua esposa Maria (Valdinéia Soriano); o travesti Yolanda (Lyu Arisson), amante de Reginaldo; a jogadora de búzios Raimunda (Cássia Vale); o homossexual dono de bar Neuzão (Tânia Tôko) e sua sensual sobrinha Rosa (Emanuelle Araújo); Carmen (Auristela Sá), que realiza abortos clandestinos e ao mesmo tempo mantém um pequeno orfanato em seu apartamento; Psilene (Dira Paes), irmã de Carmen que está fazendo uma visita após um período na Europa; e a Baiana (Rejane Maia), de quem todos são fregueses; se confrontem e se solidarizem perante o problema.
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Ficha Técnica:
Título Original: Ó Paí, Ó
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 98 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 2007
Site Oficial:
www.opaio.com.br
Estúdio: Dueto Filmes / Europa Filmes / Globo Filmes
Distribuição: Europa Filmes
Direção: Monique Gardenberg
Roteiro: Monique Gardenberg, baseado na peça teatral de Márcio Meirelles
Produção: Augusto Casé, Paula Lavigne e Sara Silveira
Música: Caetano Veloso e Davi Moraes
Fotografia: Eduardo Miranda
Direção de Arte: Vera Hamburger
Figurino: Bettine Silveira
Edição: João Paulo de Carvalho e Giba Assis Brasil

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Elenco:

Lázaro Ramos .... Roque
Stênio Garcia .... Seu Jerônimo
Wagner Moura .... Boca
Luciana Souza .... Dona Joana
Dira Paes .... Psilene
Érico Brás .... Reginaldo
Tânia Tôko .... Neusão da Rocha
Emanuelle Araújo .... Rosa
Rejane Maia .... Baiana
Lyu Arisson .... Yolanda
Valdinéia Soriano .... Maria
Jorge Washington .... Matias
Cássia Vale .... Mãe Raimunda
Auristela Sá .... Carmem
Virgínia Rodrigues .... Bioncetão
Edvana Carvalho .... Lúcia
Leno Sacramento .... Raimundinho
Cristóvão Silva .... Negócio Torto
Vinícius Nascimento .... Cosme
Felipe Fernandes .... Damião
Cidnei Aragão .... Peixe Frito
Mateus Ferreira da Silva .... Mateus
Nauro Neves .... Lord Black
Merry Batista .... Dalva
Natália Garcez .... Lia
Tatau .... Tatau
Telma Souza .... feirante
Jamile Alves .... professora
Gustavo Mello .... guarda
Nívea Pita .... fiel possuída
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Curiosidades:
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"Ó paí, ó" é uma gíria bastante usada na Bahia e em algumas regiões do Nordeste. É, na verdade, a contração de "olhe para isso aí, olhe!".
* A peça em que o filme foi baseada foi escrita como forma de protesto contra Antônio Carlos Magalhães, que expulsou os moradores do Pelourinho, para restaurá-lo.
* As cenas que se passam no Carnaval foram as primeiras a serem gravadas, com vários blocos, em 2006.
* Além deste filme, Lázaro Ramos e Wagner Moura já atuaram juntos em outros oito filmes.
* Neste filme pode-se ouvir um legítimo modo de falar soteropolitano (sotaque e vocabulário), muitas vezes confundido com o de outras regiões nordestinas.
* O filme ganhou uma série que foi lançada em 31 de outubro de 2008, dia do primeiro capítulo substituindo o horário de Guerra e Paz na Rede * A diretora Monique Gardenberg conheceu Vinícius Nascimento, intérprete de Cosme, por acaso no Pelourinho, após voltar a pé de uma visita a locações.
* Felipe Fernandes foi selecionado para o personagem Damião após passar por um teste no Teatro Senac do Pelourinho, em que participaram mais de 200 crianças. Esta seleção ocorreu apenas uma semana antes do início das filmagens.
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Trailer Oficial:


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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Bicho De Sete Cabeças


Bicho de sete cabeças é um filme brasileiro lançado em 2001, do gênero drama, dirigido por Laís Bodanzky, e com roteiro de Luiz Bolognesi baseado no livro auto-biográfico Cantos dos Malditos de Austregésilo Carrano Bueno.
O drama de um jovem em litígio com seu pai e que precisa suportar o dia-a-dia de um sistema manicomial. Com Rodrigo Santoro, Othon Bastos e Cássia Kiss.


Filme "Bicho de 7 Cabeças" é realizado combinando leis de incentivo com investimento estrangeiro.Bicho de 7 Cabeças, o longa-metragem de estréia da diretora Laís Bodanzky, foi realizado através de uma co-produção entre três produtoras brasileiras (Buriti Filmes, Dezenove Som e Imagens e Gullane Filmes) e com a participação da Rio Filme Distribuidora e a Fabrica Cinema, um importante centro de produção cinematográfico italiano mantido pela Benetton. O filme ainda teve a participação financeira da RAI (Radiotelevizzione Italiana) e da Fondation Montecinemaveritá (Suíça).Bicho de 7 Cabeças foi rodado entre fevereiro e abril de 2000 na cidade de São Paulo e finalizado de maio a outubro nos laboratórios da Cinecittá, usando para mixagem a tecnologia THX e o padrão Dolby Digital, em Roma, Itália.Com um custo de R$ 1,5 milhão, os recursos brasileiros foram captados através das leis de incentivo do Ministério da Cultura - Lei Audiovisual e Lei Rouanet. O investimento europeu representou aproximadamente 50% do custo de produção do filme.Com o filme totalmente pronto iniciaremos, ainda no ano 2000, as apresentações em Festivais e Mostras no Brasil e no exterior, para preparar o lançamento no circuito comercial brasileiro, previsto para o início de 2001.Neste momento, as produtoras responsáveis pela realização do Bicho de 7 Cabeças estudam, junto a Rio Filme, a estratégia de distribuição para fortalecer o lançamento e a comercialização deste filme no Brasil. A Fabrica Cinema irá conduzir a distribuição internacional do projeto.
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Sinopse: O filme conta a história de Neto, um jovem estudante de segundo grau - primeira interpretação de Rodrigo Santoro no cinema - que por dificuldade de comunicação com os pais - interpretados por Othon Bastos e Cássia Kiss - acaba vivenciando a violência do sistema de saúde mental brasileiro.Bicho de 7 Cabeças é uma tragédia doméstica que fala da intolerância e incomunicabilidade no seio de uma família de classe média e da prontidão dos mecanismos de repressão da sociedade brasileira.O sistema manicomial brasileiro é um aparato que há mais de cem anos cumpre com eficiência a função de vigiar e punir os pequenos "desvios" de conduta, aqueles que não caracterizam uma infração legal, mas não se adequam ao estreito código de valores da sociedade brasileira. O filme revela a maneira como esse sistema se legitima, institucionalizado numa perfeita simbiose com a máquina de corrupção. Revela ainda a violência dos métodos e o abuso dos medicamentos.Bicho de 7 Cabeças é um filme de ficção inspirado no livro Canto dos Malditos, do escritor curitibano Austregésilo Carrano Bueno, e roteirizado por Luiz Bolognesi.O filme marca a estréia da diretora Laís Bodanzky no longa-metragem. Antes de realizar este filme, Laís dirigiu o curta-metragem Cartão Vermelho em 1994, que, entre vários prêmios, ganhou Melhor Direção no FestRio e Prêmio da Crítica no Festival de Brasília; e co-dirigiu com Luiz Bolognesi, em 1999, o documentário Cine Mambembe, o Cinema Descobre o Brasil, vencedor do Prêmio Brasil de Melhor Documentário em 2000, Prêmio Especial do Júri no Festival de Gramado, 2o Melhor Documentário da América Latina no Festival de Cuba e Melhor Filme de Vanguarda no Festival Internacional de Cinema Latino em New York.Um dos responsáveis pelos efeitos sonoros do filme é Sérgio Basili, trabalhou em clássicos do cinema italiano como Il Sorpasso de Dino Risi, Roma e La Dolce Vita de Federico Fellini.
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Ficha Técnica:
Título Original: Bicho de Sete Cabeças
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 80 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 2000
Estúdio: Buriti Filmes / Gullane Filmes / Dezenove Som / Imagens e Fábrica de Cinema
Distribuição: Riofilme
Direção: Laís Bodanzky
Roteiro: Luís Bolognesi
Produção: Maria Ionescu e Fabiano Gullane
Música: André Abujamra
Direção de Fotografia: Hugo Kovensky
Desenho de Produção: Caio Gullane
Direção de Arte: Marcos Pedroso
Edição: Jacopo Quadri e Letizia Caudullo
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Elenco:
Rodrigo Santoro .... Neto
Othon Bastos .... seu Wilson (pai de Neto)
Cássia Kiss .... mãe de Neto
Jairo Mattos .... enfermeiro Ivan
Caco Ciocler .... interno Rogério
Luis Miranda .... enfermeiro Marcelo
Valéria Alencar .... Leninha
Altair Lima .... dr. Cintra
Linneu Dias .... interno jornalista
Gero Camilo .... interno Ceará
Marcos Cesana .... interno Bil
Talita Castro ... Bel
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Curiosidades:
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O ator Rodrigo Santoro foi indicado à diretora Laís Bodanzky pelo ator Paulo Autran, que teve a oportunidade de ler o roteiro de Bicho de Sete Cabeças ainda antes do início das filmagens e que estava na época trabalhando com Santoro na minissérie da TV Globo "Hilda Furacão".
* Este é o 1º filme em que a diretora Laís Bodansky e a atriz Cássia Kiss trabalham juntos. O posterior foi Chega de Saudade (2008).
* Este é o 1º de 2 filmes em que Rodrigo Santoro e Cássia Kiss atuaram juntos. O posterior foi Não por Acaso (2007).
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Lisbela e o Prisioneiro

Lisbela e o Prisioneiro é um filme brasileiro de 2003, do gênero comédia romântica, dirigido por Guel Arraes. É uma adaptação da peça de teatro homônima de Osman Lins. O filme é uma produção da Globo Filmes e da Natasha Filmes, junto com o estúdio Twentieth Century Fox.

Conta a história do malandro, aventureiro e conquistador Leléu e da mocinha sonhadora Lisbela, que adora ver filmes norte-americanos e sonha com os heróis do cinema.
DIGITE O RESUMO DO POST

Sinopse: Lisbela está noiva e de casamento marcado, quando Leléu chega à cidade. O casal se encanta e passa a viver uma história cheia de personagens tirados do cenário nordestino: Inaura, uma mulher casada e sedutora (Virginia Cavendish, de O Cravo e a Rosa e Dona Flor e seus Dois Maridos) que tenta atrair o herói; um marido valentão e "matador", Frederico Evandro (Marco Nanini, de Carlota Joaquina, Princesa do Brazil e O Auto da Compadecida); um pai severo e chefe de polícia, Tenente Guedes (André Mattos, de Como Nascem os Anjos); um pernambucano com sotaque carioca e gírias paulistas, Douglas (Bruno Garcia, de Os Maias e O Quinto dos Infernos), visto sob o prisma do humor regional; e um "cabo de destacamento", Cabo Citonho (Tadeu Mello, de Xuxa e os Duendes e Didi, O Cupido Trapalhão), que é suficientemente astuto para satisfazer os seus apetites.

Lisbela e Leléu vão sofrer pressões da família, do meio social e também com as suas próprias dúvidas e hesitações. Mas, em uma reviravolta final, cheia de bravura e humor, eles seguem seus destinos. Como a própria Lisbela diz, a graça não é saber o que acontece. É saber como acontece e quando acontece.
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Ficha Técnica:
Título Original: Lisbela e o Prisioneiro
Gênero: Comédia Romântica
Tempo de Duração: 110 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 2003
Estúdio: Natasha Filmes / Fox Film do Brasil / Globo Filmes / Estúdios Mega
Distribuição: Fox Film do Brasil
Direção: Guel Arraes
Roteiro: Guel Arraes, Jorge Furtado e Pedro Cardoso, baseado em peça teatral de Osman Lins
Produção: Paula Lavigne
Música: João Falcão e André Moraes
Fotografia: Uli Burtin
Direção de Arte: Cláudio Amaral Peixoto
Figurino: Emília Duncan
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Elenco:
Débora Falabella - Lisbela de Nogueira e Lima
Selton Mello - Leléu Antônio da Anunciação
Virginia Cavendish - Inaura
Bruno Garcia - Douglas
Marco Nanini - Frederico Evandro
André Mattos - Tenente Guedes de Nogueira e Lima
Tadeu Mello - Cabo Citonho
Lívia Falcão - Francisquinha
Paula Lavigne - Sumara / Monga, a Mulher Gorila
Heloísa Périssé - Prazeres
Aramis Trindade - Juiz
Carlos Casagrande - Steve
Michelle Birkheuer - Marion
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Curiosidades:
* Lisbela e o prisioneiro foi o primeiro longa-metragem do diretor Guel Arraes feito especificamente para o cinema. Seus filmes anteriores, O Auto da Compadecida e Caramuru - A Invenção do Brasil, eram adaptações de minisséries exibidas pela Rede Globo.

* Uma lata com negativos originais do filme foi perdida no laboratório Mega Color, forçando que o diretor Guel Arraes rodasse novamente as cenas que ali estavam.

* Foi o sétimo filme mais visto em 2003 no Brasil, tendo levado 3.146.461 pessoas aos cinemas.

[trailer oficial] [Photo_Gallerie]

digite o restante do post

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Caramuru, A Invenção Do Brasil


O diretor Guel Arraes (O Auto da Compadecida) leva às telas a história do casamento de Caramuru, um jovem português que chega ao Brasil na época de seu descobrimento, e a índia Paraguaçu. Com Selton Mello, Camila Pitanga, Deborah Secco, Débora Bloch, Luís Mello, Diogo Vilela e Pedro Paulo Rangel.


Sinopse: Em 1º de janeiro de 1500 um novo mundo é descoberto pelos europeus, graças a grandes avanços técnicos na arte náutica e na elaboração de mapas. É neste contexto que vive em Portugual o jovem Diogo (Selton Mello), pintor que é contratado para ilustrar um mapa e, por ser enganado pela sedutora Isabelle (Débora Bloch), acaba sendo punido com a deportação na caravela comandada por Vasco de Athayde (Luís Mello). Mas a caravela onde Diogo está acaba naufragando ele, por milagre, consegue chegar ao litoral brasileiro. Lá ele conhece a bela índia Paraguaçu (Camila Pitanga) com quem logo inicia um romance temperado posteriormente pela inclusão de uma terceira pessoa: a índia Moema (Déborah Secco), irmã de Paraguaçu.


Ficha Técnica:
Título Original: Caramuru - A Invenção do Brasil
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 88 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 2001
Estúdio: Globo Filmes
Distribuição: Columbia TriStar
Direção: Guel Arraes Roteiro: Guel Arraes e Jorge Furtado
Produção: Eduardo Figueira e Daniel Filho
Música: Lenine e Carlinhos Borges
Fotografia: Felix Monti
Direção de Arte: Lia Renha
Figurino: Cao Albuquerque
Edição: Paulo H. Farias


Elenco:
Selton Mello (Diogo Álvares, o Caramuru)
Camila Pitanga (Paraguaçu)
Déborah Secco (Moema)
Tonico Pereira (Itapararica)
Débora Bloch (Isabelle)
Luís Mello (Vasco de Athayde)
Pedro Paulo Rangel (Dom Jayme)
Diogo Vilela (Heitor)
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Curiosidades:
* Caramuru - A Invenção do Brasil é uma adaptação para o cinema da minissérie A Invenção do Brasil, exibida pela Rede Globo em 2000.
* A minissérie A Invenção do Brasil possui 2:40 hs, sendo que o filme Caramuru - A Invenção do Brasil possui 1:40 hs.
* Caramuru - A Invenção do Brasil é a segunda minissérie adaptada para o cinema pela Globo Filmes. A anterior fora O Auto da Compadecida.
* As filmagens de Caramuru - A Invenção do Brasil ocorreram em Portugal (Palácio de Queluz, Castelo de Leiria e Mosteiro da Batalha) e no Brasil (praia de Picinguaba, no litoral paulista).
* Foi inteiramente filmado no sistema de alta definição de imagem HDTV.
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Você Sabia?
Diogo Álvares Correia (Viana do Castelo, Portugal, 1475 — Tatuapara, Bahia, 5 de outubro de 1557) foi um náufrago português que passou a vida entre os índios do Brasil e facilitou seu contato com os primeiros administradores e missionários. Recebeu a alcunha Caramuru dos índios tupinambás. Considerado o fundador do município baiano de Cachoeira.
Caramuru foi o primeiro europeu a viver no Brasil, iniciando o longo processo de miscigenação que caracterizou a colonização portuguesa na América.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O Alto Da Compadecida



O diretor Guel Arraes apresenta a divertida história de Chicó e João Grilo, uma dupla de nordestinos que se envolve em uma série de aventuras. Com Matheus Natchergaele, Selton Mello, Lima Duarte, Diogo Vilela, Marco Nanini e Denise Fraga.


Sinopse: No vilarejo de Taperoá, sertão da Paraíba, João Grilo (Matheus Nachtergaele) e Chicó (Selton Mello), dois nordestinos sem eira nem beira, andam pelas ruas anunciando A Paixão de Cristo, "o filme mais arretado do mundo". A sessão é um sucesso, eles conseguem alguns trocados, mas a luta pela sobrevivência continua. João Grilo e Chicó preparam inúmeros planos para conseguir um pouco de dinheiro. Novos desafios vão surgindo, provocando mais confusões armadas pela esperteza de João Grilo, sempre em parceria com Chicó, mas a chegada da bela Rosinha (Virgínia Cavendish), filha de Antonio Moraes (Paulo Goulart), desperta a paixão de Chicó, e ciúmes do cabo Setenta (Aramis Trindade). Os planos da dupla, que envolvem o casamento entre Chicó e Rosinha e a posse de uma porca de barro recheada de dinheiro, são interrompidos pela chegada do cangaceiro Severino (marco Nanini) e a morte de João Grilo. Todos os mortos reencontram-se no Juízo Final, onde serão julgados no Tribunal das Almas por um Jesus negro (Maurício Gonçalves) e pelo diabo (Luís Melo). O destino de cada um deles será decidido pela aparição de Nossa Senhora, a Compadecida (Fernanda Montenegro) e traz um final surpreendente, principalmente para João Grilo.
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Ficha Técnica:
Direção de Arte: Lia Renha
Figurino: Cao Albuquerque
Diretor de Fotografia: Felix Monti
Montagem: Paulo Henrique Farias
Direção de Produção: Eduardo Figueira
Produtor Associado: Daniel Filho
Baseado na obra de: Ariano Suassuna
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Elenco:
Matheus Nachtergaele . . . João Grillo
Selton Mello . . . Chicó
Virgínia Cavendish . . . Rosinha
Diogo Vilela . . . Padeiro
Denise Fraga . . . Dora
Rogério Cardoso . . . Padre João
Lima Duarte . . . Bispo
Marco Nanini . . . Cangaceiro Severino
Enrique Diaz . . . Capanga
Aramis Trindade . . . Cabo Setenta
Bruno Garcia . . . Vicentão
Luís Melo . . . Diabo
Maurício Gonçalves . . . Jesus Cristo
Fernanda Montenegro . . . Nossa Senhora
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Curiosidades:
* O Auto da Compadecida foi inicialmente produzida como uma minissérie de 4 capítulos, exibida na Rede Globo de Televisão em janeiro de 1998. Devido ao grande sucesso obtido, o diretor Guel Arraes e a Globo Filmes resolveram preparar uma versão para o cinema, que contém 100 minutos a menos que o tempo total da minissérie.
* Trata-se do primeiro filme feito inteiramente pela Globo Filmes, desde a idéia até seu desenvolvimento.
* O Auto da Compadecida foi filmado em Cabaceiras, no sertão da Paraíba, uma cidade próxima a Taperoá, cidade em que as aventuras de João Grilo e Chicó são retratadas na peça teatral de Ariano Suassuna.
* Apesar de já ter sido exibida gratuitamente na televisão, a versão para o cinema de O Auto da Compadecida foi um grande sucesso, tendo levado aos cinemas mais de 2 milhões de espectadores.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Casa Da Mãe Joana


Após aplicarem um golpe em uma joalheria e serem enganados por um de seus companheiros, 3 amigos precisam trabalhar para que possam sustentar sua vida de farras. Dirigido por Hugo Carvana (O Homem Nu) e com José Wilker, Paulo Betti, Antônio Pedro, Pedro Cardoso, Malu Mader, Arlete Salles, Laura Cardoso, Juliana Paes, Cláudio Marzo e Agildo Ribeiro no elenco.


Sinopse: Quatro amigos que só pensam em curtir a vida, com grandes farras, lindas mulheres e bebidas. Mas um belo dia, eles são surpreendidos com uma notícia nada agradável, uma ação de despejo. Sem nenhuma solução imediata a turma é obrigada a pensar naquilo que mais abominam: trabalhar! A confusão está formada quando cada um busca um meio fácil de conseguir dinheiro, com o mínimo de esforço. Os dias se passam as confusões hilárias aumentam e o dinheiro não aparece...será que a situação vai piorar? Juca (José Wilker), PR (Paulo Betti), Antônio Pedro (Montanha) e Vavá (Pedro Cardoso) são amigos que, vagabundos por ideologia e farristas por natureza, moram juntos em um apartamento. Um dia eles decidem aplicar um golpe em uma joalheria, sendo bem-sucedidos. Só que Vavá foge com o dinheiro e com Laura (Malu Mader), a esposa do joalheiro (Cláudio Marzo). Perseguidos e sem dinheiro, resta a Juca, PR e Montanha fazer o que mais detestam para sobreviver: trabalhar.
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Elenco:
Paulo Betti ... Paulo Renato
Cláudia Borioni ... Madame
Laura Cardoso ... Dona Herly
Pedro Cardoso ... Vavá
Fernanda de Freitas ... Tainacã
Beth Goulart ... Cliente
Lu Grimaldi ... Cliente
Malu Mader ... Laura
Cláudio Marzo ... Leopoldo
Roberto Maya ... Oficial de justiça
Luís Carlos Miele ... Camões
Juliana Paes ... Dolores Del Sol
Antonio Pedro ... Montanha
Agildo Ribeiro ... Comendador
Arlete Salles ... Cliente
José Wilker ... Juca
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Informações Técnicas:
Título Original: Casa da Mãe Joana
País de Origem: Brasil
Gênero: Comédia
Classificação etária: 14 anos
Tempo de Duração: 95 minutos
Ano de Lançamento: 2008
Estréia no Brasil: 19/09/2008
Site Oficial:
http://www.casadamaejoanaofilme.com .br
Estúdio/Distrib.: Imagem Filmes
Direção: Hugo Carvana
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Curiosidades:
* Casa-da-mãe-joana é uma expressão de língua portuguesa que significa o lugar ou situação onde vale tudo, sem ordem, onde predomina a confusão, a balburdia e a desorganização. Sua origem remonta ao século XIV.
* Hugo Carvana teve a idéia da estória baseando-se em suas experiências pessoais, quando dividiu um apartamento ainda jovem com Daniel Filho, Miele e Roberto Maya.
* Este é o 5º filme em que o diretor Hugo Carvana e o ator Antônio Pedro trabalham juntos. Os anteriores foram Se Segura, Malandro! (1978), Bar Esperança (1983), O Homem Nu (1997) e Apolônio Brasil - O Campeão da Alegria (2003).
* O convite a Juliana Paes ocorreu durante as gravações da novela "Celebridade", na qual Hugo Carvana contracenava com ela.


quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Divã



Uma mulher com a vida estabilizada decide ir ao analista, por curiosidade. É o início de uma jornada de auto-descobertas. Dirigido por José Alvarenga Jr. (Os Normais) e com Lília Cabral, José Mayer, Reynaldo Gianecchini e Cauã Reymond no elenco.


Sinopse: Mercedes é uma mulher que não tem do que reclamar: é bonita, bem vivida, casada, mãe de dois filhos, sempre próxima a sua melhor amiga Mônica e é muito feliz. Aparentemente a vida dela é perfeita, o que desperta a curiosidade dela mesma em descobrir o porquê de sua vida ser tão completa. É quando Mercedes resolve fazer análise com um psicanalista, Dr. Lopes, para descobrir o motivo de não ver nem a sombra dos problemas.

O que Mercedes não imaginava era que sua vida iria mudar a partir do dia em que ela entrasse naquele consultório. Ao longo de seu tratamento psicológico, Mercedes descobre muitas insatisfações próprias, assim como a necessidade de se conhecer cada vez mais fundo, a vontade de aproveitar cada momento, de realizar sonhos e desejos que não sabia que existia.

Elenco:
Lília Cabral (Mercedes)
José Mayer (Gustavo)
Alexandra Richter (Mônica)
Cauã Reymond (Murilo)
Reynaldo Gianecchini (Theo)
Eduardo Lago (Carlos Ernesto)
Paulo Gustavo (René)
Elias Gleiser (Agenor)
Antônio Pedro (Tio de Gustavo)
Vera Mancini (Hillary)
Helena Fernandes (Shirlene)
Duda Mamberti (Padre)
Julianne Trevisol (Ju)
Johnny Massaro (Filho de Mercedes)
César Cardareiro (Filho de Mercedes)



Ficha Técnica:
Título Original: Divã
Gênero: Comédia
Ano de Lançamento (Brasil): 2009
Site Oficial:
www.divaofilme.com.br
Estúdio: Total Entertainment / Globo Filmes / Downtown Filmes
Distribuição: Downtown Filmes
Direção: José Alvarenga Jr.
Roteiro: Marcelo Saback, baseado em livro de Martha Medeiros
Produção: Walkiria Barbosa, Iafa Britz, Marcos Didonet e Vilma Lustosa
Fotografia: Nonato Estrela
Desenho de Produção: Cláudio Domingos
Figurino: Ellen Millet
Edição: Diana Vasconcellos


Curiosidades:
* A peça teatral "Divã", na qual o filme foi baseado, teve mais de 175 mil espectadores ao longo de 150 apresentações.
* O divã é uma espécie de sofá sem encosto, uma peça de mobiliário. Ficou muito famosa por ser o local onde os psicanalistas desenvolvem as suas atividades ouvindo seus pacientes.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

A Partilha


A partilha
é um filme brasileiro de 2001, do gênero comédia dramática, dirigido por Daniel Filho e com roteiro baseado em peça teatral de Miguel Falabella. A música é de Nelson Motta e Ed Motta.


Sinopse:
Após muito tempo afastadas, quatro irmãs se reencontram durante o enterro da mãe, para fazer um levantamento dos bens da família e rediscutir suas próprias vidas. As divergências são inevitáveis, pois elas seguiram caminhos muito diferentes: Selma, a irmã mais conservadora, está casada com um militar e leva uma vida disciplinada na Tijuca; Regina, é liberada, esotérica, não costuma se reprimir e tem uma visão "alto astral" da vida; Lúcia abandonou um casamento convencional e o filho para viver um grande amor em Paris; e Laura, a caçula, revela-se uma intelectual sisuda e surpreende as irmãs com suas atitudes, sobretudo quando se assume homossexual. Durante o encontro, elas discutem e brigam mas, ao mesmo tempo, relembram os bons tempos passados e descobrem muitas novidades sobre elas mesmas. Ao lado de Bá Toinha, a empregada da família, elas vivem intensamente suas afinidades, seus problemas e suas diferenças.

Elenco:
Glória Pires .... Selma
Andréa Beltrão .... Regina
Lília Cabral .... Lúcia
Paloma Duarte .... Laura
Dênis Carvalho .... Carlos
Thiago Fragoso .... Maurício
Chica Xavier .... Bá Toinha
Herson Capri .... Luis Fernando
Marcello Antony .... Bruno Diegues
Guta Stresser .... Célia
Fernanda Rodrigues .... Simone
Bianca Castanho .... Angela


Curiosidades
* Daniel Filho comprou os direitos de adaptação da peça para o cinema em 1990, pouco após a sua estréia.
* As filmagens de A partilha foram concluídas em cinco semanas, entre os meses de novembro e dezembro de 2000.
* A Partilha é o 7º filme produzido pela Globo Filmes. Seu orçamento foi de R$ 3 milhões.- O diretor Daniel Filho comprou os direitos de adaptação para o cinema de A Partilha em 1990, pouco após a estréia da peça.
* A Partilha é o 1º filme dirigido por Daniel Filho desde O Cangaceiro Trapalhão, lançado em 1983.
* Este é o 1º de 4 filmes em que o diretor Daniel Filho e a atriz Glória Pires trabalham juntos. Os demais foram Se Eu Fosse Você (2006), Primo Basílio (2007) e Se Eu Fosse Você 2 (2009).
* Este é o 1º de 2 filmes em que o diretor Daniel Filho e a atriz Paloma Duarte trabalharam juntos. O posterior foi Muito Gelo e Dois Dedos D'Água (2006).
* As filmagens de A Partilha foram concluídas em cinco semanas, entre os meses de novembro e dezembro de 2000.

Comentário: A Partilha é um excelente filme. Dessa forma simples e direta é que considero o trabalho dirigido por Daniel Filho. Gostei muito do filme, mas fiquei um pouco decepcionado quando li algumas críticas negativas a respeito dele. Alguns diziam que o trabalho é muito parecido com uma série de televisão ou até mesmo que as atuações das atrizes estava muito exageradas, parecendo uma cena de teatro na tela grande.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Olga

Olga é um filme brasileiro realizado em 2004 pelo diretor Jayme Monjardim, inspirado na biografia escrita por Fernando Morais sobre a alemã, judia e comunista Olga Benário Prestes. No filme, estrelam Camila Morgado como a protagonista, Caco Ciocler como Luís Carlos Prestes e Fernanda Montenegro como Dona Leocádia Prestes, mãe de Luís Carlos Prestes.


Olga foi um grande sucesso de bilheteria; 385 mil pessoas o assistiram apenas no fim de semana de estréia no Brasil. A obra também recebeu três prêmios no Grande Prêmio Brasileiro de Cinema de 2005, mas teve recepção negativa das imprensas brasileira e alemã.

Sinopse: O filme conta a história de Olga Benário Prestes (Camila Morgado). Nascida em Munique, na Alemanha, em 1908, filha de pais judeus, Olga tornou-se uma ativista do comunismo. Após libertar seu namorado Otto Braun da cadeia, eles são forçados a fugir para a União Soviética, onde recebem treinamento de guerrilha. Olga logo se destaca no Partido Comunista, onde conhece Luís Carlos Prestes (Caco Ciocler), que viria a se tornar um dos principais líderes comunistas do Brasil. Em 1934, quando Prestes volta ao Brasil, designado pela Internacional Comunista para liderar uma revolução armada, Olga é designada para escoltá-lo.
Passam a viver na clandestinidade enquanto planejam a derrubada do governo de Getúlio Vargas (Osmar Prado). Durante este período, a relação amorosa entre Prestes e Olga amadurece e ela fica grávida em 1936.

Quando o movimento revolucionário é derrotado pelas forças de Vargas, Olga e Prestes são presos pelo duro chefe de polícia Filinto Müller (Floriano Peixoto). Diante de rumores de que seria deportada, Olga divulga sua gravidez e solicita asilo político por ser casada e estar grávida de Prestes. O governo Vargas, que neste momento simpatizava com a ditadura de Adolf Hitler (Klaus Couto), deporta Olga, mesmo grávida de sete meses. Na prisão alemã, dá à luz uma filha que batiza de Anita Leocádia, em homenagem a Dona Leocádia (Fernanda Montenegro), mãe de Prestes. Após o período de amamentação, a menina foi retirada de Olga e entregue à sogra. Após anos de prisão em campos de concentração, durante os quais a opinião pública internacional fez inúmeras tentativas de libertá-la, Olga é morta na câmara de gás. Somente anos depois, Prestes e sua filha leriam a última carta de Olga, onde faz uma comovente despedida.

Produção: O filme Olga levou oito anos para chegar aos cinemas. Em 1997, a produtora e roterista do filme, Rita Buzzar, inciciou a negociação da cessão dos direitos da biografia homônima escrita por Fernando Morais, negociação essa concluída em 1997 com a produtora Nexus, de Rita. Antes disso, os direitos do livro estavam com Sílvio Tendler, documentarista que já tinha levado ao cinema as histórias de Jango e de JK. Em 1998, foi anunciado que a co-produção seria da brasileira Globo Filmes; embora o projeto inicial da Nexus previsse uma co-produção alemã, com parte das filmagens na Europa. Rita diz, "os produtores de lá queriam diretor e elenco alemães, e eu não concordei".

Na época também foi anunciado que o mesmo seria dirigido por Luiz Fernando Carvalho e teria a atriz Patrícia Pillar como a protagonista, com o início das filmagens em setembro do mesmo ano, o que levou cinco anos.

Olga foi o primeiro filme de Jayme Monjardim, especialista em telenovelas. Rita Buzzar, já havia trabalhado anteriormente com Monjardim na telenovela A História de Ana Raio e Zé Trovão, de 1990.

Decididos a fazer uma reconstituição correta do contexto histórico, Monjardim e a equipe de produção foram à Alemanha, onde conheceram os lugares freqüentados por Olga e os campos de concentração onde ela esteve prisioneira. Os cenários foram reconstituídos em estúdio no Brasil. As cenas que se passavam no Rio de Janeiro foram realizadas em locações.

A fotografia é Ricardo Della Rosa, também estreante em longa-metragens. A trilha sonora esteve a cargo de Marcus Viana, compositor com quem o diretor também já havia trabalhado em diversas ocasiões na televisão.

Elenco:
Camila Morgado .... Olga Benário
Renata Jesion .... Elise Ewert Sabo
Caco Ciocler .... Luís Carlos Prestes
Osmar Prado .... Getúlio Vargas
Floriano Peixoto ... Filinto Muller
Fernanda Montenegro .... Dona Leocádia Prestes
Luís Melo .... Léo Benário
Anderson Müller .... Paul Gruber
Murilo Rosa .... Estevan
Werner Schünemann .... Arthur Ewert
Guilherme Weber .... Otto Braun
Mariana Lima .... Lígia Prestes
Eliane Giardini .... Eugénie Benário
Jandira Martini .... Sarah
Milena Toscano .... Hannah
Klaus Couto .... Adolf Hitler

Curiosidades:
* A atriz Camila Morgado, que interpretou Olga Benário, precisou emagrecer muito para fazer as cenas no campo de concentração. Também precisou raspar a cabeça.
* Foi um grande sucesso de bilheteria; 385 mil pessoas o assistiram apenas no fim de semana de estréia.
* Há uma cena filmada de dentro da Fabrica Bangu, hoje o Bangu Shopping.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

A Mulher Invisível

Em plena crise por ter sido abandonado pela esposa, um homem recebe a visita da mulher ideal. Dirigido por Cláudio Torres (Redentor) e com Selton Mello, Luana Piovani, Vladimir Brichta, Maria Luísa Mendonça, Fernanda Torres e Paulo Betti no elenco.
Sinopse: Pedro (Selton Mello) ainda acredita no conceito do casamento, enquanto que Carlos (Vladimir Brichta) não aceita a possibilidade de que um homem passe toda sua vida ao lado da mesma mulher. Os dois são colegas de trabalho em uma sala de controle de tráfego da prefeitura. Um dia Carlos fica preocupado com o amigo, devido ao estado depressivo dele ao ser abandonado por sua esposa, Marina (Maria Luísa Mendonça). Vitória (Maria Manoella), vizinha de Pedro, testemunha silenciosamente seu drama através de um buraco na parede. Até que subitamente alguém bate na porta de Pedro. Trata-se de Amanda (Luana Piovani), sua nova vizinha, que veio apenas lhe pedir açúcar. Com um jeito inocente e ao mesmo tempo sedutor, ela muda a vida de Pedro. Só que tem um problema: Amanda é invisível.
Ficha Técnica:
Título Original: A Mulher Invisível
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 105 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 2009
Estúdio: Conspiração Filmes / Globo Filmes / Warner Bros.
Distribuição: Warner Bros.
Direção: Cláudio Torres
Roteiro: Cláudio Torres
Produção: Luiz Noronha e Eliana Soárez
Fotografia: Ralph Strelow
Desenho de Produção: Cecília Grosso
Direção de Arte: Denis Netto e Joana Mureb
Figurino: Marcelo Pies
Elenco:
Selton Mello (Pedro)
Luana Piovani (Amanda)
Vladimir Brichta (Carlos)
Maria Manoella (Vitória)
Paulo Betti (Nogueira)
Lúcio Mauro (Governador)
Curiosidades:
- É o 3º filme dirigido por Cláudio Torres. Os anteriores foram Redentor (2004) e A Mulher do Meu Amigo (2008).
Trailer Oficial:

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Se Eu Fosse Você 2

Se Eu Fosse Você
2


Sinopse: O casal Claudio e Helena, interpretado por Tony Ramos e Glória Pires, volta a viver uma troca de papéis. Depois de alguns anos da primeira troca, os conflitos constantes voltam a prejudicar a relação e o casal resolve se separar. Para tornar a situação ainda mais complicada, eles descobrem que a filha, Bia, agora com 18 anos, está grávida e vai se casar.

Quando decidem formalizar a separação, o destino intervém na situação e, pela segunda vez, trocam de corpos. Familiarizados com a situação, decidem sumir durante quatro dias - tempo que durou o fenômeno da última vez. Porém, a tentativa não dá certo. Quando chega o quarto dia, eles continuam com as personalidades trocadas. Então, Claudio e Helena entram em desespero e começam a buscar o motivo que não favoreceu a destroca.

Contrariados, os pais precisam continuar juntos, um no corpo do outro, para poderem organizar a festa de casamento da filha e, assim, viverem várias confusões com o genro, os ricos sogros e os amigos dos noivos.

Dirigido por Daniel Filho, o longa é uma continuação do sucesso Se eu fosse você, que foi o terceiro filme mais visto no país em 2006, com 3,6 milhões de espectadores.


Elenco:
Tony Ramos .... Cláudio
Helena Glória Pires .... Helena
Cláudio Isabelle Drummond .... Bia
Bernardo Mendes .... Olavinho
Chico Anísio .... Olavo
Vivianne Pasmanter .... Carla
Cássio Gabus Mendes .... Nelsinho
Adriane Galisteu .... Marina

Curiosidades:
* É a continuação do filme Se Eu Fosse Você, que foi aos cinemas em 2006.

* No final deste filme, há a seguinte legenda: Aguarde: "Se A Vovó Fosse O Vovô", fazendo referência a situação que os protagonistas se encontrariam se houvesse a continuação deste filme.

* A personagem Bia no filme original foi interpretada por Lara Rodrigues, enquanto que neste é interpretada por Isabelle Drummond. Ambas contracenaram juntas em Sítio do Picapau Amarelo como Narizinho e Emília, é Eterna Magia como Teca e Gina.
* Foi considerado como o filme nacional mais visto da Retomada, com público de mais de 6.000.000 pessoas, ultrapassando Dois Filhos de Francisco, com 5.319.677 de espectadores.

Site Oficial:

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Saiba Mais Sobre: Björk
Clipe: All Is Full Of Love

Björk Guðmundsdóttir, (Reykjavík, 21 de novembro de 1965) é uma influente cantora islandesa famosa no meio da música alternativa. É aclamada pelo seu experimentalismo musical e mundialmente reconhecida pela sua excentricidade. Chama a si várias referências, desde a música clássica até à electrónica mais extrema, criando o que poderá ser designado por pop avant-garde.

Lançado em Junho de 1993, num estilo pop quase igual ao que a banda The Sugarcubes produzia a mistura do jazz, funk, acid dance, offbeat, que foi produzido por Nellee Hooper e Björk, Debut se destaca como um dos principais álbuns de trip-hop que iniciaram o movimento. Singles como "Human Behaviour" alcançaram o terceiro lugar nos top 10 britânicos, seguindo também na mesma linhagem Big Time Sensuality e outros do álbum. Debut unanimemente foi um sucesso no circuito alternativo, e como sucesso seria tanto lhe renderia colaborações como "Play Dead", que foi especialmente feita para a trilha sonora do filme Rebeldes Americanos (The Young Americans), do mesmo ano, e consequentemente seria incluído nas reedições de Debut, na Europa e Japão. Björk também escreveu "Bedtime Story", faixa do sexto álbum da cantora Madonna, Bedtime Stories.

Discografia:
1988 - Life's Too Good (Elektra Records)
1989 - Here Today, Tomorrow, Next Week! (Elektra Records)
1992 - Stick Around For Joy (Elektra Records)
1992 - It's-It (Elektra Records)





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