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Keine Ahnung was ich hier mache, trotzdem bin ich hier...
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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Soilwork

Soilwork é uma banda sueca de Death Metal Melódico, formada em Helsingborg no final de 1995 sob o nome de Inferior Breed.


História:
O Soilwork foi originalmente formado em 1995, sob o nome Inferior Breed. Nesta época, a banda contava com Peter Witchers (guitarra), Jimmy Persson (bateria), Björn Strid (vocal), Mattias “Nizze” Nilsson (guitarra) e Carl-Gustav Döös (baixo). Com esta formação, a banda investia numa veia mais crua e pesada, na linha de bandas como Slayer e Pantera. Mas a partir de 1996, o som do Soilwork começou a ser mais direcionado às melodias, sem deixar de lado o peso “forte” do death metal.

Esta mudança na sonoridade acarretou algumas mudanças na formação da banda: Mattias Nilsson e Carl-Gustav Döös deixaram a banda. Peter Witchers torna-se o responsável também pelo baixo, Luvid Svartz passa a ser o segundo guitarrista. Com esta formação, a primeira demo foi gravada, intitulada “In Dreams Will Fall Into Eternal Lake”, possuindo cinco músicas. Este material foi enviado às gravadoras, chegando às mãos de Mike Ammot (Arch Enemy), em sua loja de discos em Helsingburgo (Suécia). A fita rodou todos os selos locais. Nesta mesma época, a banda estava em busca de um baixista fixo; o posto acabou ficando com Ola Flink.

Com a ajuda de Mike Ammot, o Soilwork chegou até a francesa Listenable Records, assinando contrato para o lançamento do primeiro álbum da banda. Foi assim que a banda entrou no estúdio Fredman (de Fredrik Nordström), para preparar o ‘debut’ “Steel Bath Suicide”. A formação que gravou este primeiro registro: Björn Strid (vocal), Peter Witchers e Ludvig Svartz (guitarras), Ola Flink (baixo) e Jimmy Persson (bateria). Após gravarem o álbum, o Soilwork entrou em conflitos por causa da sonoridade da banda, o que ocasionou a saída de Ludvig Svartz e Jimmy Persson, substituídos respectivamente por Ola Frenning e Henry Ranta.

Com esta nova formação, a banda excursionou na Europa ao lado de bandas como Krisiun, Darkane e Naglfar. Logo no início de 1999, o Soilwork entrou novamente no estúdio Fredman para gravar o seu novo trabalho: “The Chainheart Machine”, lançado em outubro do mesmo ano. Após as gravações, a banda fez pequenas turnês ao lado de nomes como Cannibal Corpse, Dark Tranquillity e Marduk. Nesta época, a banda teve a sua primeira passagem pelo Japão.

Para um próximo disco, o Soilwork optou por um lançamento via uma gravadora maior, assinando com a Nuclear Blast. O terceiro álbum foi novamente gravado nos estúdios Fredman, intitulado “A Predator’s Portrait”. O novo disco do Soilwork inovou pela presença (primeira vez) de vocais limpos por parte de Björn. A turnê, em 2001, foi ao lado de nomes como Annihilator e Nevermore, além de uma participação no festival Wacken Open Air, do mesmo ano.

Ao lado do produtor Devin Townsend, novamente no estúdio Fredman, foi registrado o álbum “Natural Born Chaos”, lançado em setembro de 2002. A banda continuou investindo no death metal melódico responsável por todo o sucesso do Soilwork até então. O disco recebeu ótimas críticas e foi eleito como uma das obras primas do Death Metal Melódico.
No ano de 2003 foi lançado o sucessor "Figure Number Five", produzido pela própria banda e com uma das melhores qualidades sonoras obtidas na carreira da banda. Não recebeu todas as críticas rasgadas como seu antecessor, mas também teve sucesso, satisfazendo os fãs e por pouco escapando da malha da crítica especializada.

O sucessor do disco (e álbum mais recente) é "Stabbing The Drama", disco severamente criticado por ser acusado de agregar influências do New Metal americano, pondo mais elementos modernos do que costumavam fazer em álbuns anteriores, mas ainda assim teve um grande sucesso entre os fãs, exceto entre os mais puritanos.
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Integrantes:
Björn "Speed" Strid - Vocais (1995-presente)
Peter Wichers - Guitarra (1995–2005, 2008-presente)
Sylvain Coudret - Guitarra (2008-presente)
Sven Karlsson - Teclados (2001-presente)
Ola Flink - Baixo (1998-presente)
Dirk Verbeuren - Bateria (2004-presente)
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Ex-integrantes:
Mattias Nilsson - Guitarra (1995-1997)
Ludvig Svartz - Guitarra (1995-1998)
Ola Frenning - Guitarra (1998-2008)
Daniel Antonsson - Guitarra (2006-2008)
Carl-Gustav Döös - Baixo (1995-1997)
Jimmy Persson - Bateria ((1995–1998)
Henry Ranta - Bateria ((1998–2003)
Carlos Del Olmo Holmberg - Teclados (1998-2001)
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Músicos adicionais:
Andreas Holma - Guitarra (somente ao vivo em 2006)
Richard Evensand - Bateria (somente ao vivo em 2003/2004
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Discografia:
Steelbath Suicide (1998)
The Chainheart Machine (1999)
A Predator's Portrait (2001)
Natural Born Chaos (2002)
Figure Number Five (2003)
Stabbing The Drama (2005)
Sworn To A Great Divide (2007)

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Pendulum

É uma banda Britânica-australiana de electrorock. Originalmente de Perth, na Autrália ocidental, foi formada pelos produtores Rob Swire, Gareth McGrillen e Paul Harding. Em 2003, mudaram-se para o Reino Unido, o que os tornaram conhecidos no exterior. A banda é conhecida pôr concertos bem estruturados construídos com energia ao vivoe uma avançada configuração visual, além de inovarem quando se trata de sonoridades e acordes nunca antes feitos sob a intitulação “Rock”.

História:
Pendulum foi formada em Perth, Austrália Ocidental, quando lançou seu primeiro single, “Vault”, em 2003. Depois de vários outros singles lançados pelo álbum “Hold Your Colour”, em 2005, veio o segundo álbum da carreira da banda, o “In Silico”, é lançado em maio de 2008 um dia após a banda tocar na Rádio 1’s Big Weekend, em Maidstone Kent. O maior hit até hoje foi do álbum "Propane Nightmares", o qual atingiu a marca de novecentas mil cópias.

A banda tocou em diversos festivais de música no ano de 2008, incluindo o Reading and Leeds Festivais, T in the Park, Creamfields, Download Festival e Skol Beats. Eles também se comprometeram a fazer sua primeira visita à América do Norte. No final do ano, a banda filmou um DVD ao vivo nos dias 4 e 5 de dezembro de 2008, na Brixton Academy, que foi lançado em Junho de 2009.

A Pendulum já tocou: Download Festival, Glastonbury Festival, Festival Open'erIsle of Wight Festival, Festival Planeta, Rock WerchterPinkpop, Gurten, Dance Island, Sonisphere Oxegen, T in the ParkGlobal Gathering e Somerset House em 2009.

Estilo Musical:
Seu estilo músical puxa bem para o Eletrorock, também conhecido como rock eletrônico ou synth rock, porque a mistur a música eletrônica e o rock. Batidas eletrônicas misturada com guitarras. Embora seja inusitada, essa mistura agrada um bom número de pessoas, e várias bandas têm aderido à dupla guitarra e sintetizadores. Assim como o psytrance foi combinado com guitarras e vem gerando várias misturas apreciadas por uma grande fatia de admiradores de música eletrônica, o electrohouse e o techno vem sendo misturados com vários instrumentos, antes só utilizados no rock(como guitarras distorcidas e baterias agressivas). Uma mistura que está conquistando também a tribo do rock que está cada vez mais gostando da inclusão dos sintetizadores e batidas eletrônicas em músicas.

Integrantes:
Rob Swire – vocal, sintetizador
Gareth McGrillen – turntables, baixo, vocal
Peredur ap Gwynedd – guitarra
Paul "El Hornet" Harding – turntables
Paul Kodish – bateria
Ben "The Verse" Mount – DJ

Discografia:
Álbuns de estúdio
2005: Hold Your Colour – Breakheart Kaos
2008: In Silico – Warner Music/Atlantic Records
Compilações
2004: Jungle Sound – the Bassline Strikes Back! – Breakbeat Kaos



sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Fever Ray

É um projeto homônimo de Karin Dreijer. Ao ouvi-lo somos apresentados a uma criatura sem gênero definido; um ser fantástico com vida e história próprias. Talvez seja uma sombra de Dreijer; espírito selvagem de cores folclóricas que vive em contos sussurrados no ouvido de uma criança assustada. Mas, a despeito de toda montagem cênica, Fever Ray também soa pessoal. Suas letras são declamadas em tom de confissão, como se este alter-ego exprimisse segredos compartilhados com a cantora. Declarações de amor e desilusão abafadas por fumaça eletrônica.

Este é um disco de estúdio e, por sua introspecção, precisa ser ouvido com cuidado. Não há melodias épicas ou rufares de tambores. A energia de instrumentos tocados por músicos de carne e osso também está ausente. Os arranjos emergem de intrincadas combinações de texturas, notas de teclados e efeitos de eco. Tudo se combina de maneira delicada, como num fractal sonoro de infinitas ramificações.

Mas, apesar do trabalho esmerado de composição, as bases servem apenas de moldura para o grande destaque do álbum: as confissões. Tome por exemplo a primeira faixa, "If I Had a Heart". Não há nada ali além de um ronco suspenso fazendo ziguezague infinitamente. Mas a pronúncia metalizada de cada um dos versos - cantados sob o peso do apocalipse - acende o desejo de voltar a ouvir a música outras vezes.

A todo o momento somos torturados pela dúvida: ter pena de uma criatura que não pode sequer amar (e em certa altura confessa desejar tocar o chão), ou suspeitar dela? Sem aviso, os versos infantis se tornam atos de uma missa macabra: "This will never end / Cause I want more / More, give me more / Give me more".

Conforme as músicas terminam, os pedaços do quebra-cabeça se conectam e tornam mais clara a dimensão psicológica de Fever Ray. Conhecemos os becos sentimentais de uma criatura desejosa pela vida adulta e que passa seus dias aprisionada entre paredes imaginárias. As letras revelam as múltiplas facetas da personagem confusa e fascinante criada por Karin. Desde a nostalgia pueril de "When I Grow Up", passando pela solene melancolia de "Concrete Walls" até a auto piedade da já citada "If I Had a Heart". Por fim, sobre os uivos de uma ave de rapina, a despedida vem com "Coconut" - talvez a menos emocional entre as faixas do álbum.

Apesar de toda a vontade de expiar seus segredos, este é também um disco de profunda introspecção, como já foi dito. O clima de isolamento contamina os arranjos instrumentais, que podem parecer repetitivos ou estéreis demais se não examinados de perto. A impressão é de que, apesar de ter concordado em exibir seu demônio particular, Karin Dreijer o fez da maneira mais hermética e discreta possível. Para que o ouvinte não note, talvez, que há o coração de uma mulher adulta batendo por trás do simulacro gelado que ela batizou de Fever Ray.
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Ouça as faixas do Álbum:




"If I Had a Heart"
"When I Grow Up"
"Dry and Dusty"
"Seven"
"Triangle Walks"
"Concrete Walls"
"Now's the Only Time I Know"
"I'm Not Done"
"Keep the Streets Empty for me"
"Coconut"










sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Eintürzende Neubauten

Einstürzende Neubauten é uma banda alemã de rock industrial experimental a qual foi fundada em 1980, no oeste de Berlin . Uma das primeiras bandas de Industrial, seguindo os passos de Monte Cazazza. Einstürzende Neubauten significa "Novos Prédios Demolidos", tal nome foi dado após o início do capitalismo selvagem n’Alemanha e um dos seus primeiros concertos foi no interior de uma igreja velha a qual foi demolida no decorrer do concerto.

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Teoricamente, visto de fora, Einstürzende Neubauten pode resumir-se como uma terapia de ruídos. Na actualidade eles sempre serão extremamente complexos, são chamados de sonoros, cujo objectivo é uma produção coletiva supostamente caótica a criar música, cujo fascínio e beleza não é de forma alguma evidente nas simples faixas, mas após a primeira vez a ouvir. Nalgumas músicas os parâmetros da música convencional foram totalmente deslocados. A escala de todas as unidades envolvidas estética e aparentemente chegaram infindáveis sons e estão sendo constantemente redefinidos coletivamente, ou seja, uma banda puramente experimental. Esse é o “alquimista” da música alemã.
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Integrantes:
Blixa Bargeld
N.U. Unruh (O único estadunidense da banda)
Gudrun Gut
Beate Bartel
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Discografia:
Kollaps (re-released incluindo StahlDubVersions) (1981)
Zeichnungen des Patienten O. T. (1983)
Halber Mensch (1985)
Fünf Auf der Nach Oben Offenen Richterskala (1987)
Haus der Lüge (1989)
Tabula Rasa (1993)
Ende Neu (1996)
Silence Is Sexy (2000)
Perpetuum Mobile (2004)
Grundstueck (2005)
Alles Wieder Offen (2007)
Jewels (2009)

[site oficial] [myspace] [lastfm.com]

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