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Keine Ahnung was ich hier mache, trotzdem bin ich hier...
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domingo, 24 de agosto de 2014

O Amargo e o Doce disso que é ser expatriado



   A vida de expatriado nos ensina muita coisa. Na verdade, vida de expatriado nos ensina tudo, seja pela dor, pelo amor, pela saudade ou pela felicidade. 

   Eu aprendi muito, muito mesmo, e continuo a aprender a cada dia, já que ainda sou expatriado. Resolvi então escrever o que sinto com relação à vida, após deixar o Brasil. São sentimentos tão pessoais que não me atreveria dizer que todos os expatriados sentem o mesmo.

   
   Eu aprendi: que eu não sabia como era, de fato, morar sem minha mãe por perto, arrumando uma coisinha ali e cá o tempo todo; que comida não é só arroz e feijão e mais alguma coisa; a trabalhar sem hora de almoço; a cozinhar (sem destruir a cozinha); a me reinventar todos os dias; outro idioma (e mais alguns); que o mundo é muito maior do que eu pensava e que eu era muito menor do que eu achava; a gostar do Brasil; a gostar de sol e a "largatear" como os alemães fazem, ao deitarem-se na grama e ficar lá (às vezes até pelados) até o sol se pôr, pois não se sabe se o sol brilhará amanhã como hoje; a usar cachecol (sério, eu não o usava antes rs).

   Eu descobri: que sou fraco; que tenho medos, e muitos! ; o quão sinto falta da minha mãe, e de suas ligações todas as tardes no trabalho para papear por dois ou três minutos e rirmos um pouco (e como sei o quão isso era bom agora); que desabo sempre que minha mãe fala para não pensar duas vezes para voltar ao Brasil; que não sou tão autossufuciente como eu pensava; que a bicicleta é também um meio de transporte; que meu pai seria um artista de sucesso, por saber tocar violão na Alemanha; que penso em voltar, mas tenho medo, que penso em ficar, mas também tenho medo e que o medo de fracassar é muito maior do que o de descobrir o que está a frente, então sigo em frente; que domingos em família eram bons, mas engordava; me cobro muito mais do que qualquer um já me cobrou um dia.

   Eu reaprendi: a conversar; a fazer tudo sozinho; a me vestir; o sentido de liberdade, que não é fazer o que você quer para que todos vejam, mas sim fazê-lo e estar de fato pouco se importando para os outros, já que aqui ninguém liga para você ou para o que você faz; a gostar do meu corpo (aqui eu sou exótico por ser latino rs); a trabalhar. 

   
   A vida que eu imaginei para mim não importa mais, pois meus planos mudaram. Quem me disse: mas você vai mesmo? E se não der certo? Não sabe como eu demorei para tomar decisões que mudaram minha vida radicalmente, não sabe como me sinto orgulhoso, feliz, forte, confiante e cheio de vontades, mas ao mesmo tempo triste, fraco e cheio de medos.

  Sentir algo que você não sabe o que é e não ter alguém mais experiente por perto que possa lhe dizer o que é, ou o que tomar; é se frustrar ao ver que a pizza não é como a de São Paulo, que as praias não são como as do Rio de Janeiro, que o sol brilha branco e sem calor e mesmo com tudo isso, ainda dizer: é, amo aqui. 
  Eu nunca nutri a ideia de ser fácil morar fora ou de que eu viveria uma constante viagem, pelo contrário, eu sabia que aquele castelo de vidro, que eu tinha construído ao visitar Berlim pela primeira vez, desmoronaria e que eu veria a realidade da vida na Alemanha. 

  
  Só quem passou um tempo fora do país sabe como é: acordar e sofrer com apagões idiomáticos, como quando eu acordo e reparo que meu alemão travou (ok, então hoje falo só inglês); experimentar gostos, sensações como se fosse uma criança a conhecer o mundo; criar esperança de como será quando vir a família de novo; ver seus amigos se reunindo e festejando algo do qual você não faz mais parte, até descobrir que você está tão por fora que mal tem coragem de falar com eles; fazer algo muito bom, a ponto de ser premiado, mas não ter para quem mostrar, pois a mãe e o pai estão longe e você não poderá ver nos olhos deles o orgulho.

  Eu percebi: que mudei, que me adaptei, que cresci, que amadureci, o que não significa que não tenha perdido muitas vezes, mas ainda assim venci muitas vezes mais.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Alice No País Das Maravilhas

Alice in Wonderland, conhecido também como Tim Burton's Alice in Wonderland, é o novo filme de Tim Burton, baseado no clássico Alice no País das Maravilhas escrito por Lewis Carroll. O filme começou a ser rodado em maio de 2009 com data de estréia prevista para 5 de março de 2010.

O filme se passa 10 anos após a história original, com Alice já com 17 anos. O filme tem no elenco Mia Wasikowska como Alice, Johnny Depp como o Chapeleiro Maluco, Helena Bonham Carter como a Rainha Vermelha e Anne Hathaway como a rainha branca.

Sinopse: As aventuras da jovem Alice, que cai em um mundo mágico, cheio de personagens estranhos e obscuros. Baseado na obra de Lewis Carroll.

Saiu, o primeiro teaser trailer do filme Alice no País das Maravilhas, do clássico da Disney dirigida por Tim Burton.

Nesta sequência da fantasia, Alice agora é adolescente. Aos 17 anos, durante uma festa vitoriana, ela descobre que será proposta em casamento e foge do local. Assim como no original, ela acaba seguindo um coelho branco e vai parar num buraco, onde volta ao país das Maravilhas, local que ela visitou há uma década atrás. O coelho se lembra da jovem, mas Alice não tem recordação de ter pisado naquele lugar antes. Enquanto isso, as criaturas do país das Maravilhas estão planejando uma rebelião contra a Rainha de Copas (Helena Bona Carter) e esperam contar com a ajuda de Alice novamente. Johnny Depp também participa, como o Chapeleiro Maluco.
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Informações Técnicas:
O novo Alice no País das Maravilhas tem estreia marcada para 5 de março de 2010 nos EUA e chega ao Brasil no mês seguinte, em 16 de abril.
Direção: Tim Burton
Roteiro: Linda Woolverton
Baseado na Obra de: Lewis Carroll (Alice no País das Maravilhas)
Gênero: Aventura/Fantasia
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Elenco:
Mia Wasikowska .... Alice
Johnny Depp .... Chapeleiro Maluco
Matt Lucas .... Tweedle-Dee e Tweedle-Dum
Geraldine James.... Lady Ascot
Helena Bonham Carter ... Rainha Vermelha
Anne Hathaway ... Rainha Branca
Alan Rickman ... Caterpillar
Timothy Spall ... The Bloodhound
Michael Sheen ... Coelho Branco
Christopher Lee ... The Jabberwock
Eleanor Tomlinson ... Fiona Chataway
Stephen Fry ... Gato Risonho (The Cheshire Cat)
Crispin Glover ... The Knave of Hearts

Captura de movimentos:
O diretor Tim Burton disse que o filme será uma mistura de live-action com 3D em captura de movimentos, mesma técnica usada no filme A Lenda de Beowulf. Sendo que, enquanto Alice estiver em nosso mundo será em live-action e quando descer pela toca do coelho será por captura de movimentos.
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Curiosidades:
• A história da associação de Walt Disney com os livros de Alice de Lewis Carroll (“Alice in Wonderland” e “Through the Looking Glass”) data até 1923, quando Disney ainda era um cineasta de 22 anos tentando alcançar a fama em Kansas City. Quando sua primeira série de desenhos, os Newman Laugh-O-Grams, não conseguiram recuperar seus custos de produção, o jovem produtor tentou criar outros curtas na esperança que um deles lhe traria sucesso. O último desses trabalhos em Kansas City se chamava “Alice’s Wonderland”, e apresentava uma menina de verdade (Virginia Davis) interagindo em um mundo de desenho animado. Dirigido pelo próprio Walt, o curta chamou a atenção da distribuidora independente M.J. Winkler, que decidiu distribuir uma série de “Alice Comedies” de Disney. E assim, de 1924 à 1926, o Disney Brothers Studio (que viria se tornar o Walt Disney Studios) produziu cerca de cinqüenta curtas da série Alice Comedies.

• Antes mesmo de BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES (1937), Walt Disney planejava fazer de ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS seu primeiro longa-metragem. Assim como nos curtas da série Alice Comedies dos anos anteriores, ele planejava usar uma combinação de filme real e animação para as cenas no País das Maravilhas. Em 1933, um teste em Technicolor foi filmado com Mary Pickford no papel de Alice. Essa primeira tentativa de Disney em produzir um filme de Alice foi eventualmente deixada de lado quando a Paramount lançou uma versão live-action de “Alice nos País das Maravilhas” estrelando Gary Cooper, Cary Grant e W.C. Fields em 1933.

• Após a tentativa inicial na década de 30, Walt Disney não abandonou a idéia de fazer um filme de Alice. Depois de seu enorme sucesso com BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES, Walt Disney registrou oficialmente o título “Alice in Wonderland” com a MPAA (Motion Picture Association of América) em 1938. Embora trabalho preparatório tenha começado imediatamente para ALICE, a devastação econômica da Segunda Guerra Mundial, assim como as exigências das produções de PINÓQUIO, FANTASIA e BAMBI novamente adiaram o projeto.

• Após a guerra, em 1945, Walt Disney propôs uma versão animada/live-action de “Alice no País das Maravilhas” que iria estrelar Ginger Rogers e utilizaria as técnicas vistas em VOCÊ JÁ FOI À BAHIA? (The Three Caballeros, 1945). Esta tentativa também foi deixada de lado e, em 1945, foi iniciado o trabalho em uma versão totalmente animada da história que teria sua direção de arte altamente baseada nas famosas ilustrações de Sir John Tenniel. Esta versão à fase de storyboard, mas acabou sendo rejeitada por Walt, que imaginava em outra versão proposta de “Alice” misturando live-action e animação e que estrelaria Luanna Patten (a estrela Disney de A CANÇÃO DO SUL e MEU QUERIDO CARNEIRINHO). No final dos anos 40, o trabalho foi seguido em uma versão totalmente animada de ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS, com maior foco em comédia, música e espetáculo visual, ao contrário da fidelidade rígida aos livros. Finalmente, em 1951, Walt Disney lançou sua versão de ALICE aos cinemas – dezoito anos após discutir suas primeiras idéias para o filme quase trinta anos após ter feito suas Alice Comedies.

• Como os personagens dos livros de Lewis Carroll eram tão conhecidos, em parte devido às fantásticas ilustrações do livro original por Sir John Tenniel, o sentimento original dos artistas Disney era que eles mal poderiam ser alterados na transição das páginas para as telas. Mas os personagens foi “Disneyficados” – para a alegria de alguns e para o horror dos puristas de Carroll.
• Uma das maiores dificuldades enfrentadas durante a produção era a grande quantidade de personagens que aparecem nos livros de Lewis Carroll. Cerca de oitenta individuais, humanos e animalescos, aparecem na fantasia das obras. Meramente os introduzindo, um após o outro com um minuto para cada, teria abarrotado a duração de um filme animado tradicional. Walt então percebeu que uma boa edição seria necessária. Algumas das criações de Carroll, como o Gryphon e a Mock Turtle, foram consideradas muito melancólicas. Humpty Dumpty foi considerado muito falador. Outros foram combinados por questões de economia em um único personagem, como as diversas rainhas se unindo com a Duquesa para se tornar a temível Rainha de Copas. Ao total, o filme conseguiu a incrível tarefa de espremer quase metade dos personagens originais e ainda apresentando uma nova personagem: a Maçaneta, a única personagem do filme que não aparece em nenhum dos livros de Lewis Carroll.

• Assim como em BRANCA DE NEVE E OS SETE ANÕES e CINDERELA, uma versão completa do filme foi rodada com atores de carne-e-osso foi filmada para consulta dos animadores (apresentando a maioria dos atores que fizeram as vozes do filme). O longa-metragem resultante levou cinco anos para completar ao custo estimado de $3 milhões de dólares.

• Em um esforço para reter alguns dos versos e poemas imaginativos de Carroll, Disney convocou compositores e letristas de fama para compor canções em volta deles e usá-los no filme. Durante os anos em que o filme esteve em produção, um número recorde de cerca de 30 canções foi escrita para o filme, sendo que muitas acabaram não sendo usadas.

• ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS apresenta o maior número de canções do que qualquer filme Disney, mas como algumas duram apenas alguns segundos, este fato é freqüentemente ignorado.

• Originalmente, Alice iria cantar uma canção diferente de “In a World of My Own”. Seria uma balada lenta chamada “Beyond the Laughing Sky”, e era uma canção sobre Alice sonhando de um novo mundo, um mundo melhor que o seu, no mesmo espírito de “Somewhere Over the Rainbow” cantada por Dorothy Galé em O MÁGICO DE OZ (1939). No entanto, Kathryn Beaumont teve dificuldades em cantar a canção, e foi decidido que começar o filme com uma balada lenta poderia cansar a platéia. A canção foi substituída pela mais animada “In a World of My Own”. Ainda assim, “Beyond the Laughing Sky” não foi colocada totalmente na lixeira: suas letras foram reescritas e a canção se tornou “The Second Star to the Right” de PETER PAN.

• Em uma cena cortada do filme Alice teria um encontro com um monstro chamado Jabberwock (que teria a voz de Stan Freberg), do poema de Lewis Carroll “Jabberwocky”. A seqüência foi rejeitada por Walt, ou porque diminuía o ritmo do filme ou por medo de que ela fosse muito assustadora. No entanto, elementos de “Jabberwocky” ainda continuam no filme: a canção do Gato Risonho “Twas Brilling” consiste da estrofe inicial; e a seqüência em Tulgey Wood, que inclui ao menos uma das criaturas mencionadas no poema, os Mome Raths.

• Os peixes que assistem a Morsa enganar as Ostras para fora da água são os mesmos peixes que assistem Pinóquio procurar por Monstro, a baleia em PINÓQUIO (1940).

• Kathryn Beaumont, que é a voz de Alice no filme, também narra a atração “Alice in Wonderland” na Disneyland. • Sterling Holloway, que fez a voz do Gato Risonho, interpretou o personagem Sapo na versão de 1933 de ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS.

• O primeiro filme Disney em que os atores recebem crédito ao lado dos personagens aos quais emprestaram suas vozes. Isso não ocorreria novamente até MOGLI: O MENINO LOBO (1967). ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS também o primeiro filme animado da Disney a ter créditos finais, e seria o único até O CALDEIRÃO MÁGICO (1985).

• O filme levou cinco anos para ficar pronto, mas esteve em desenvolvimento por cerca de dez anos antes de entrar em produção ativa. • ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS foi o primeiro filme no qual Walt pôde fazer uso da então nova mídia da televisão para divulgar um filme. Na véspera de Natal de 1950, foi ao ar o primeiro programa de televisão de Walt: “One Hour In Wonderland”. Patrocinado pela Coca-Cola, o programa era apresentado pelo próprio Walt e contava com a participação especial de Edgar Bergen e seus bonecos Charlie e Mortimer (que os fãs Disney conhecerão de COMO É BOM SE DIVERTIR) e Kathryn Beaumont, a voz de Alice. A última parte do programa foi dedicada à ALICE, com a exibição da cena da festa do Chapeleiro Louco e da Lebre Maluca.

• Todas as decisões criativas tomadas por Disney relacionadas às obras originais foram recebidas com grande crítica pelos admiradores de Lewis Carroll, assim como por críticos britânicos de cinema e literatura que acusaram Walt de “americanizar” um grande trabalho literário inglês. Walt não ficou surpreso pela reação fria ao filme – sua versão de “Alice no País das Maravilhas” havia sido feita para o grande público familiar, e não para críticos literários – mas apesar dos muitos anos de esforços, o filme foi um fracasso nas bilheterias (mesmo após o grande sucesso de CINDERELA no ano anterior).

• Anos após o lançamento de ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS no cinema, Walt expressou seu descontentamento com o filme, dizendo que o filme “não tinha coração”.

• Walt Disney sempre foi relutante à idéia de exibir seus filmes animados na televisão, mas como ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS foi uma das suas maiores decepções de bilheteria, ele permitiu que o filme fosse exibido em seu programa de TV semanal. ALICE foi o primeiro filme animado da Disney a ser mostrado na televisão, aparecendo no segundo episódio da série Disneyland, editado para caber no tempo de 1 hora. Por anos o filme pôde apenas ser assistido na televisão, até que em 1974 a Disney finalmente o relançou nos cinemas devido à demanda do público.

• Embora o filme tenha sido um fracasso de bilheteria quando lançado nos cinemas em 1951, vários anos depois ele se tornou o filme Disney mais requisitado para cópias de locação em 16mm para universidades e escolas. Em 1974, o estúdio tomou nota desse fato, recolheu diversas cópias de locação, e relançou o filme nacionalmente nos cinemas. ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS, inicialmente negligenciado por público e crítica, passou a ser admirado como um “filme cabeça” por uma nova geração por suas imagens coloridas e psicodélicas. Hoje o filme alcançou o status de cult e é visto com bons olhos entre os fãs de animação.
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Constantine

Um experiente ocultista e uma policial cética investigam o assassinato da irmã gêmea dela. Com Keanu Reeves, Rachel Weisz e Djimon Houson.
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Sinopse: John Constantine (Keanu Reeves) é um experiente ocultista e exorcista, que literalmente chegou ao inferno. Juntamente com Angela Dodson (Rachel Weisz), uma policial cética, ele investiga o misterioso assassinato da irmã gêmea dela, Isabel. As investigações levam a dupla a um mundo sombrio, em que precisam lidar com demônios e anjos malvados.
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Ficha Técnica:
Título Original: Constantine
Gênero: Aventura
Tempo de Duração: 121 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2005
Site Oficial:
www.constantine-ofilme.com.br
Estúdio: Warner Bros. / Weed Road Pictures / The Donners' Company / Village Roadshow Pictures / Di Bonaventura Pictures
Distribuição: Warner Bros.
Direção: Francis Lawrence
Roteiro: Kevin Brodbin e Frank A. Cappello, baseado em estória de Kevin Brodbin e no personagem criado por Garth Ennis e Jamie Delano
Produção: Lorenzo DiBonaventura, Akiva Goldsman, Benjamin Melniker, Lauren Shuler Donner, Erwin Stoff e Michael E. Uslan
Música: Brian Tyler
Fotografia: Philippe Rousselot
Desenho de Produção: Naomi Shohan
Direção de Arte: David Lazan
Figurino: Louise Frogley e Kacy Treadway
Edição: Wayne Wahrman
Efeitos Especiais: Tippett Studio / Hydraulx / Spectrum Effects Inc. / ESC Entertainment
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Elenco:
Keanu Reeves (John Constantine)
Rachel Weisz (Angela Dodson / Isabel Dodson)
Shia LaBeouf (Chas Chandler)
Djimon Hounson (Midnite)
Max Baker (Beeman)
Pruitt Taylor Vince (Padre Hennessy)
Gavin McGregor Rossdale (Balthazar)
Tilda Swinton (Gabriel)
Peter Stormare (Satã)
Jesse Ramirez (Scavenger)
José Zúñiga (Detetive Weiss)
Francis Guinan (Padre Garret)
April Grace (Dra. Leslie Archer)
Quinn Buniel (Constantine - 10 anos)
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Curiosidades:
* Apesar do título da revista a qual Constantine é baseado ser "Hellblazer", este título foi descartado pelos produtores devido a sua semelhança com Hellraiser (1987). Alan Moore, inicialmente queria que a HQ se chama-se Hellraiser, por conta do nome pertencer a série de filmes, o deixou como Hellblazer.

* Inicialmente seria Tarsem Singh o diretor de Constantine. Singh deixou o projeto pouco após a contratação de Nicolas Cage para interpretar o protagonista, por acreditar que com Cage não poderia fazer o filme que desejava. Alguns meses depois, Cage também deixou o projeto.

* Na revista "Hellblazer", na qual são publicadas as histórias do protagonista, John Constantine vive em Liverpool, na Inglaterra. No filme o personagem vive em Los Angeles, nos Estados Unidos.

* De acordo com o diretor Francis Lawrence, a decisão por tornar Constantine americano se deveu à contratação de Keanu Reeves para interpretar o personagem. Lawrence acredita que Reeves não convenceria como britânico nas telas.

* Na cena em que vacas caem enquanto o personagem vai caminhando, não foram usados efeitos especiais: as vacas realmente caiam no chão pelo efeito de calmantes que lhes eram atirados por meio de zarabatanas.
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Trailer Oficial:

[Explícito Photo_Gallerie]

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Bee Movie

BEE MOVIE



Uma abelha recém-formada decide trabalhar produzindo mel, o que faz com que conheça o mundo exterior à colméia em que vive. Lá ele faz amizade com uma florista, com quem passa a conhecer melhor os humanos. Com vozes de Jerry Seinfeld, René Zellweger, Kathy Bates, Matthew Broderick, Chris Rock, John Goodman, Ray Liotta, Sting, Barry Levinson e Patrick Warburton.

Sinopse: Barry B. Benson (Jerry Seinfeld) formou-se recentemente e sonha com um emprego na Honex, onde poderá produzir mel. Desta forma ele se aventura fora da colméia, onde descobre um mundo até então inteiramente desconhecido. É quando conhece Vanessa Bloome (Renée Zellweger), uma alegre florista de Manhattan com quem quebra as regras das abelhas e passa a conversar regularmente. Logo eles se tornam amigos, o que faz com que Barry conheça melhor os humanos. Porém Barry descobre que qualquer pessoa pode comprar mel nos supermercados, o que o deixa profundamente irritado por considerar que estão roubando a produção das abelhas. É quando ele decide processar os humanos, na intenção de corrigir esta injustiça.

Ficha Técnica:

Título Original: Bee Movie
Gênero: Animação
Tempo de Duração: 90 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2007
Site Oficial: www.beemovie.com
Estúdio: DreamWorks SKG / Pacific Data Images / Columbus 81 Productions
Distribuição: DreamWorks SKG / Paramount Pictures / UIP
Direção: Steve Hickner e Simon J. Smith
Roteiro: Spike Feresten, Jerry Seinfeld, Barry Marden e Andy Robin
Produção: Jerry Seinfeld e Christina Steinberg
Música: Rupert Gregson-Williams
Desenho de Produção: Alex McDowell
Direção de Arte: Christophe Lautrette
Figurino: Jane Poole
Edição: Nick Fletcher

Elenco (Vozes):
Jerry Seinfeld (Barry B. Benson)
Renée Zellweger (Vanessa Bloome)
Matthew Broderick (Adam Flayman)
Patrick Warburton (Ken)
John Goodman (Layton T. Montgomery)
Chris Rock (Mooseblood)
Kathy Bates (Janet Benson)
Barry Levinson (Martin Benson)
Larry King (Abelha Larry King)
Ray Liotta (Ray Liotta)
Sting (Sting)
Oprah Winfrey (Juíza Bumbleton)
Larry Miller (Buzzwell)
Megan Mullally (Trudy)
Rip Torn (Lou Lo Doca)
Michael Richards (Bud Ditchwater)
Mario Joyner (Jackson)
Tom Papa (Splitz / Klauss Vanderhayden)
David Moses Pimentel (Hector)
Chuck Martin (Andy)
Conrad Vernon (Freddy)
Jeff Altman (Tio Carl)
Brian Hopkins (Sandy Shrimpkin / Agente da TSA)
Tress MacNeille (Jeanette Chung / Mãe / Vaca)
David Herman (Buzz / Bob Bumble / Gammel / Piloto)
Jim Cummings (Voz da graduação / Narrador do título)

Curiosidades:
- Jerry Seinfeld teve a idéia do filme durante um jantar com Steven Spielberg, quando sugeriu um filme sobre abelhas chamado "Bee Movie". Spielberg posteriormente falou com Katzenberg, que demonstrou interesse em fazer o filme, mesmo sabendo apenas o título e da participação de Seinfeld. Foi apenas depois que a história do filme foi criada.

- O nome do personagem Barry B. Benson foi uma homenagem de Jerry Seinfeld à série "Benson", de 1979, na qual teve seu 1º papel na TV americana.

- Diversos integrantes da equipe de criação visitaram apiários, para observar como era o processo de produção do mel. Além disto um especialista em abelhas visitou a produção e explicou particularidades das abelhas.- Nos dois primeiros trailers lançados era mostrado Jerry Seinfeld fantasiado de abelha tentando fazer uma versão com atores de Bee Movie. É quando surge Steven Spielberg, sugerindo que ele faça um filme de animação com a história.
Trailer Oficial:

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