02. 03.
Keine Ahnung was ich hier mache, trotzdem bin ich hier...

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Salada Lingüística

A Língua Portuguesa é falada em Portugal, além de Angola, Cabo Verde, Moçambique e outros fins de mundo Ela deriva do Latim, língua falada pelos cachorros de todo o mundo, e foi alterada em vários pontos por Lúcifer em pessoa. Sua concepção primeira foi a de ser usada como idioma oficial do inferno, mas falhou, sendo grandemente substituída pelo idioma basco.

Notoriamente é conhecida pela capacidade de se fazer piadas, durante muito tempo se pensou que ela tivesse sido inicialmente projetada para este fim. Mas os historiadores agora se dividem entre duas teses, uns concordam que ela foi criada pelo demônio para que tornasse a vida dos homens mais miserável ainda no inferno, outros discutem que ela foi introduzida pelos alienígenas para que estes pudessem melhorar sua comunicação transcedental com seus contatos diplomáticos na Terra.

A língua portuguesa se misturou com as línguas nativas. E com outras partes também.Sua variante menos bem sucedida, a língua brasileira sofre (e como sofre!) em seu processo de construção histórica uma grande influência do tupi-guarani, do yorubá, do sânscrito, do mandarim e do Jeremias.

Mas foi com Luiz de Camões - o maior poeta português, que via mais com um só olho, de que nós com todos três - que a língua portuguesa teve seu apogeu. No livro "Os Lusíadas", Camões narra a aventura dos 10 portugas que acreditando no sonho de obter objetos mágicos, as chuteiras de ouro, que teriam o poder de fazer a seleção portuguesa ganhar sua primeira copa do mundo, partiram para a antártida. Os argonautas, nome dados aos portugas, eram na verdade a própria seleção portuguesa de futebol, que ludibriada pela Inglaterra, perde sua primeira oportunidade real de ser campeã do mundo. Essa foi historicamente a primeira de uma longa série de vezes que Portugal caiu na conversa dos ingleses.

O maior problema enfrentado na língua portuguesa nos dias de hoje é de longe a questão do cu. Melhor dizendo, a questão da acentuação ou não do monossílabo tônico cu. Muitos gramáticos conservadores defendem que a palavra cu não leva acento, uma vez que consta nas regras de acentuação que os monossílabos tônicos terminados em u não levam acento. Outros defendem que por simples estética a palavra cu deve levar um acento enfático. Durante uma seção espírita, Satanás foi consultado sobre o tema e a seguinte regra foi estabelecida: Se a palavra cu estiver somente sendo citada em contexto metalinguístico, ou ainda em suas funções fisiológicas divinamente projetadas, a palavra cu NÃO leva acento agudo. Porém, se ela estiver em um contexto que insinue a introdução de qualquer objeto de natureza fálica, então neste caso cu deve ser grafado com acento agudo, que representa o objeto viril em questão. Portanto expressões como "vai tomar no cu!", necessariamente devem ser grafadas com acento agudo. Por outro lado, expressões do tipo "caguei tanto que estou com ardência no cu", o cu não leva acento, por mais esfolado que esteja.

Hoje em dia, nenhuma região civilizada do mundo escreve ou se comunica em português, e é considerada por muitos linguístas como sendo uma língua morta. No Brasil, devido ao uso do MSN, Orkut e Fotologs, a Língua Portuguesa apenas é falada entre as múmias da Academia Brasileira de Letras, e em encontros secretos, porque a simpres correção do Miguxês, fofolês, e outros derivados línguisticos da cultura Emo, é considerado heresia, com consequências desagradáveis. E países ainda mais pobres que o Brasil têm procurado aprender português, sendo ensinado na Argentina, no Uruguai, Venezuela e Bolívia (para realizar o sonho de trabalhar como semi-escravo em São Paulo).

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