02. 03.
Keine Ahnung was ich hier mache, trotzdem bin ich hier...

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Allons Enfants De La Putarie!


O Museu do Louvre (pronuncia-se MUZÉ DU LUVR em língua emo, com biquinho em Muzé e língua enrolada em luvr) é um velho palácio onde os franceses cobram entrada para mostrar todas as obras de arte roubadas ao longo de sua história.



O Museu do Louvre foi construido pelo Rei Francês Luiz Frescon IV, para ser usado como locação cenográfica para o filme O Código Da Vinci. Toda a arquitetura dessa fascinante construção foi projetada tendo como base as descrições no livro de Dan Brown. Enquanto o cinema não era inventado, foi usado como castelo dos reis franceses, iniciando na Idade Média pelo rei Carlos V, por não suportar o vudum da população de Paris. Os reis Henrique IV e Luis XIII embelezaram e transformaram o castelo num palácio. Finalmente, o super-chic Luis XIV cansado de gastar em reformas, troucou pelo palácio Zero quilômetro de Versalhes, bem longe dos fedidos parisienses.

Desde então o Louvre ficou vazio e foi transformado em museu para não pagar IPTU para a prefeitura de Paris.

Napoleão Bonaparte doou metade das obras de arte do museu, roubando tudo o que podia nas invasões da Itália e Egito.

O museu cheira a mofo e peido de turista japonês, o que vem contribuindo para a deterioração das obras de arte.

Observando a queda na visitação, os administradores do Museu inventaram a história ridícula que Maria Madalena estaria enterrada sob a ridícula pirâmide modernista do Louvre, pirâmide esta criada no século XX por algum artista francês emo que não combina em nada com o Barroco do palácio.

Reformado especialmente para o filme O Código Da Vinci. Toda a arquitetura dessa fascinante construção foi repintada tendo como base as descrições no livro de Dan Brown.

Depois do fracasso de bilheterias do péssimo filme O Código Da Vinci no mundo todo, o governo francês achou um desperdício derrubar tudo aquilo (na verdade, achou trabalhoso demais, poderia quebrar a unha) e resolveu aumentar as entradas do museu que hoje abriga as mais famosas obras de arte dos maiores e mais famosos gays da humanidade. É possível encontrar, em suas galerias, obras de arte gays de todas as épocas, desde a era das bibas faraós egípcias até os mais famosos gays do Império Romano.

Uma das mais famosas peças visitadas no museu é a Monalisa, que até hoje é considerada uma obra de arte única, inspirada em um traveco do século XV chamada Mona, e pintada por Leonardo DaVinci, verdadeiro autor do livro O Código Da Vinci.

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