02. 03.
Keine Ahnung was ich hier mache, trotzdem bin ich hier...

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Os novos jovens da Nação

Há quem diga que ainda temos mentes brilhantes, será isso um sinal de que estamos a espera dum herói ou uma tentativa de justificar a burrice estabelecida pela educação?


Com o rumo tomado pela educação será bem difícil de encontrar “geniozinhos” nas escolas daqui para frente. Não é pessimismo, e nem uma forma de desanimar os otimistas, mas quando olhamos a nossa volta, ou os jovens alí parados na rua, estudantes dentro duma sala d’aula portam-se como se fossem estranhos. Os nossos jovens nunca foram tão lesados como estão sendo agora. Isso somente falando em nível de Brasil.


Antigamente, quando o direito de pensar foi dado somente àqueles que estudavam em escolas particulares, ao menos foi-nos garantidos mais trinta ou cinqüenta anos como uma nação de questionadores, porém, os últimos governos aos poucos, quase duma forma imperceptível, tirou esse direito das escolas particulares também. O intuito dessa ação é, sem rodeios, tirar o poder de questionar dos futuros cidadãos, haja vista que uma nação ignorante é mais fácil de ser controlada.


Desde o início das pesquisas com a educação brasileira,nunca se viu resultados tão ruins de alunos de escolas públicas, ainda mais chocante foram os resultados de alunos d’escolas particulares,os quais mostraram-se estarem iguais, ou piores, aos alunos da rede pública. Há pouco tempo começamos a ver os primeiros reflexos da pobre educação nos dada, reportagens feitas com os novos médicos formados por grandes universidades concluíram que estes são inaptos à profissão, pois não conseguem sequer ler um exame simples. Pior do que o analfabetismo é o analfabetismo funcional, pois este nos dá o direito de ler, mas não de entender, o que acaba nos passando uma falsa impressão de que somos capazes de interpretar os fatos mundanos atuais.


Mais medonha ainda foi a inclusão digital nesse quadro, porque se um leigo do português entrar em contacto com o confuso idioma paralelo, popularmente chamado de “Orkutês”, tal casamento implica a morte fulminante do idioma nacional. Esses acontecimentos não são fatalidades do século, mas sim uma incrível falta d’interesse por parte dos país em fazer de seus filhos um futuro brilhante para nosso país, e um terrível interresse do governo em formar uma população mais ignorante para que seja possível pôr-nos um cabresto invisível.


Não culpe teu filho por ele não interessar-se pelos estudos, pois a culpa maior é a tua, que o ensinou assim.

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