02. 03.
Keine Ahnung was ich hier mache, trotzdem bin ich hier...

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Charlatonice

Vasculhando a internet encontrei uma série de golpes, que eu não acho que deixam de ser uma espécie de competitividade. O “querer se dar bem” pra mim também é exemplo de competição. Achei absurdo o número de fraudes:

  • Golpe do adiantamento pelo carro vendido por um suposto funcionário de montadora com “desconto de fábrica”. (na realidade não tem carro nenhum e a pessoa desaparece com o adiantamento).
  • Golpe da troca da pilha que acabou por outra usada, pensando ser nova.
  • Golpe da licitação fragmentada.
  • Golpe da porção de batata frita de bar que parece grande quando, na verdade, o fundo do pote é alto.
  • Golpe do produto na frente da prateleira com prazo de validade menor dos que estão no fundo da prateleira.
  • Golpe da barriga (camisinha furada - veja o filme "Houve uma vez dois verões" de Jorge Furtado).
  • Golpe do pacote de papel higiênico que não possui 40 metros.
  • Golpe do cabelo molhado, banho tomado.
  • Golpe do telefone clonado.
  • Golpe do convite quando, na verdade, é pura investigação.
  • Golpe do chopp com colarinho de meio copo.
  • Golpe do cartão trocado.
  • Golpe do falso gerente de banco.
  • Golpe 'Boa noite Cinderela'. Uso disfarçado, aos danos da vítima, de drogas quais calmantes (benzodiazepínicos), lorazepam, flutnitrazepam e bromazepam... para facilitar roubos ou outros atos ilícitos.
  • Golpe do carro desmontado e desaparecido para receber seguro.
  • Golpe da venda de toca-fitas ou toca-CD.
  • Golpe do combustível adulterado.
  • Golpe da musiquinha de telemarketing no telefone para pagar mais impulso.
  • Golpe do papagaio com a asa cortada para ser vendido como periquito.
  • Golpe do peixe de rio quando, na verdade, é de cativeiro.
  • Golpe do disfarce.
  • Golpe da cobrança de doma de cavalo que não teve.
  • Golpe do troco em balas, chicletes, etc.
  • Golpe da criança no colo para não enfrentar filas em bancos e lotéricas... a mesma criança vai várias vezes no caixa com pessoas diferentes.
  • Golpe do bar que vende bebida alcoólica a menores em latinhas de refrigerante.
  • Golpe da promoção de produtos prestes a vencer.
  • Golpe da cadeira de rodas ou dizer que é portador de marca-passo para entrar na porta ao lado do banco sem passar pela roleta e detector de metais e assaltar o banco.

Podem parecer (e são na maioria das vezes) idiotas mas tem muita gente que cai, ou que não tem como escapar -- como às vezes acontece com o telemarketing, que depois da lei contra o tempo de espera usa o passar de setor em setor com o mesmo objetivo da musiquinha).

Não tenho pena das pessoas que caem nesse tipo de golpe porque acho pena sentimento pior que o ódio, mas acho muito injusto e penso pior ainda de quem deixa a população cair nessa falta de instrução.

Então é o seguinte rapá, fica esperto.

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